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Mesa de jornalistas e convidadas dá voz às discussões sobre igualdade de direitos entre homens e mulheresRádio Itatiaia Ciências Sociais
Episódios
  • Podcast debate o aumento dos casos de feminicídio no Brasil
    Jul 26 2026

    Ao longo desta semana três casos graves de violência contra mulheres em Belo Horizonte chocaram todo o país.

    Um desses casos foi a morte da capitã da Polícia Militar de Minas Gerais, Michele Leão Azevedo, que foi levada já sem vida para um hospital de BH na última segunda-feira (20). No mesmo dia, uma mulher de 35 anos foi encontrada morta dentro do próprio apartamento, na região Oeste da capital mineira. Na manhã seguinte, terça-feira (21), uma mulher foi lançada de um prédio pelo próprio companheiro. Apesar da queda, ela sobreviveu.

    Os três episódios ocorreram com um intervalo de menos de 24 horas e têm em comum a suspeita de violência praticada por homens com quem as vítimas mantinham ou mantiveram relacionamento afetivo, cenário que representa a maioria dos casos de feminicídio registrados no país.

    Dados alarmantes

    Em 2025 o Brasil registrou 1.571 vítimas de feminicídio, o maior número da série histórica, segundo o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

    Esse número representa o aumento de 4% em relação a 2024, consolidando a tendência de crescimento do feminicídio no Brasil.

    Em pauta

    No episódio deste domingo (26), o Observatório Feminino comenta sobre esses dados e debate sobre as mulheres serem maioria do eleitorado brasileiro, com 83 milhões de eleitoras.

    Participam do episódio a promotora de justiça e coordenadora da Casa Lílian, um centro estadual de apoio às vítimas de feminicídio, Ana Tereza Giacomini. Além dela, participa da conversa a Neuropsicóloga e Colaboradora da Rede ABRAÇO, Petrúcia Melo.

    O podcast

    O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.

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    24 minutos
  • Podcast debate investigação sobre morte de criança e o impacto emocional da final da Copa do Mundo
    Jul 19 2026

    O Observatório Feminino debate, no episódio deste domingo (19), um caso que causou grande repercussão no Norte de Minas Gerais. A Polícia Civil investiga se a morte de um menino de 8 anos, em Campo Azul, pode ter relação com a plataforma de jogos on-line Roblox.

    A criança morava com a mãe, de 41 anos, o padrasto, de 29, e duas irmãs, de 17 e 18 anos. Em depoimento à polícia, a mãe informou que o filho era introspectivo, enfrentava dificuldades disciplinares na escola e passava longos períodos isolado utilizando o celular para jogar Roblox, onde mantinha contato com pessoas desconhecidas. Segundo ela, familiares acreditam que o menino possa ter sido influenciado por um desafio divulgado na plataforma. As circunstâncias do caso seguem sob investigação.

    O programa também aborda a decisão da Copa do Mundo. Embora a Seleção Brasileira tenha sido eliminada da competição, a final mobiliza torcedores em todo o planeta. Mais do que uma disputa esportiva, o confronto decisivo desperta emoções intensas, reúne famílias e amigos e altera a rotina de milhões de pessoas.

    Por que o futebol exerce tamanho impacto sobre o comportamento humano? O que explica sentimentos como euforia, ansiedade, frustração e as mudanças no humor e nas relações provocadas por uma partida decisiva? Essas são algumas das questões que estarão em debate na edição de hoje.

    Além das jornalistas Aline Neves e Fernanda Rodrigues, participam da conversa Fernanda Seabra, terapeuta familiar sistêmica e especialista em Psicogenealogia, e Ana Luiza Pereira, jornalista da Itatiaia.

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    23 minutos
  • PIX Pensão, investigação em escola e ministro do STJ são temas do Observatório Feminino
    Jul 12 2026

    O Observatório Feminino deste domingo (11) debate três temas que ganharam destaque ao longo da semana e mobilizaram discussões sobre direitos, violência de gênero e Justiça.

    O primeiro assunto é a aprovação, pelo Senado, do projeto que cria o chamado "PIX Pensão", sistema que prevê a transferência automática da pensão alimentícia. A proposta permite que o beneficiário solicite à Justiça o débito mensal direto da conta de quem deve pagar a pensão. Se não houver saldo suficiente, a instituição financeira deverá comunicar a situação à autoridade competente, que poderá bloquear outros ativos do devedor até o valor da dívida. O projeto segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Outro tema em debate é a investigação conduzida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro sobre uma lista criada por estudantes do Colégio Cruzeiro, em Jacarepaguá, que classificava alunas e colegas de escola em categorias de conotação sexual. Entre as expressões utilizadas estavam "GOAT" (melhor de todos os tempos), "Comeria no lucro", "Bêbado vai", "Me arrependi depois" e "Nem olharia". O caso é apurado pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima. Os adolescentes envolvidos poderão responder por atos infracionais análogos aos crimes de injúria, difamação e submissão de adolescente a vexame ou constrangimento. O colégio informou que registrou boletim de ocorrência e denunciou o conteúdo à plataforma onde a lista foi publicada.

    O programa também aborda o caso do ministro afastado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi. O Ministério Público Federal defendeu a aplicação da pena de aposentadoria compulsória ao magistrado, investigado por importunação sexual. Segundo o MPF, há elementos suficientes para sustentar as acusações e indicar condutas incompatíveis com a dignidade e o decoro exigidos da magistratura. Em sua defesa, Buzzi apresentou laudos médicos que apontam disfunção erétil, argumento utilizado para contestar parte das acusações. O ministro está afastado do cargo desde fevereiro e é investigado após denúncia de importunação sexual feita por uma jovem de 18 anos, filha de amigos da família, durante uma viagem a Balneário Camboriú (SC).

    Participam do debate a advogada de Família e Sucessões e apresentadora da Itatiaia, Patrícia Diou, e a advogada criminalista e especialista em violência contra a mulher Isabella Pedersoli.

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    24 minutos
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