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Observatório Feminino

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De: Itatiaia
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Sobre este título
Mesa de jornalistas e convidadas dá voz às discussões sobre igualdade de direitos entre homens e mulheresRádio Itatiaia Ciências Sociais
Episódios
  • Presença das mulheres nos estádios e prêmio Jabuti de Literatura | Observatório Feminino
    Nov 1 2026

    Uma pesquisa realizada pela W.Lab, em parceria com a plataforma PiniOn, revelou que apenas uma em cada três mulheres frequenta estádios de futebol no Brasil. Entre as que não costumam comparecer aos jogos, 40% apontam a falta de segurança como principal motivo. O levantamento foi realizado em 2024, com 1.053 mulheres.

    O episódio do podcast também aborda o livro A Descoberta que Mudou a Minha Vida, de Ingrid Haas, finalista do Prêmio Jabuti 2026. A obra, voltada ao público jovem, trata de temas como comunicação não violenta, pertencimento, conflitos emocionais e relações humanas. A conversa reúne a autora e a promotora de Justiça e coordenadora da Casa Lílian, Ana Tereza Giacomini.

    O episódio recebe a autora da obra, Ingrid Haas, que também é colunista da Itatiaia, professora e palestrante. Além dela, participa da conversa a promotora de Justiça e coordenadora da Casa Lílian, Ana Tereza Giacomini.

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    23 minutos
  • Uso da inteligência artificial e regulamentação da indústria de games
    Oct 18 2026

    O Observatório Feminino recebe, neste domingo (18), a delegada Carolina Máximo, titular da Delegacia Especializada em Apuração de Ato Infracional de Belo Horizonte, e a advogada Luana Mendes, especialista em Direito Digital e presidente da Comissão de E-sports e Games da OAB/MG.

    Entre os assuntos debatidos está a repercussão do caso do pedreiro Edimar Rocha Martins, de 49 anos, que viajou mais de 2 mil quilômetros para encontrar uma mulher criada por inteligência artificial.

    O programa também aborda o decreto assinado pelo Governo Federal, chamado “Desenvolve Gamers Brasil”, que regulamenta o Marco Legal da Indústria de Jogos Eletrônicos. A medida estabelece regras para a aplicação da legislação e prevê ações para ampliar o financiamento de desenvolvedoras, estimular a inovação tecnológica e formar profissionais para o mercado de games.

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    23 minutos
  • Atraso de voo, bagagem extraviada e overbooking: quais são os direitos dos passageiros?
    Oct 11 2026

    Passageiros têm enfrentado uma série de problemas durante viagens aéreas, como atrasos e cancelamentos de voos, demora na entrega das bagagens, extravio ou danos às malas e casos de overbooking — quando o passageiro não consegue embarcar mesmo tendo uma passagem.

    As condições das aeronaves também estão entre as preocupações dos viajantes, com reclamações relacionadas à idade dos aviões e a possíveis problemas de manutenção. Os transtornos podem gerar prejuízos financeiros e levar passageiros a buscar seus direitos na Justiça.

    O tema é discutido no podcast Observatório Feminino, com a participação de Luciana Atheniense, advogada e presidente da Comissão de Defesa dos Consumidores da OAB-MG; Carla Silene, advogada criminalista; e Amanda Antunes, jornalista.

    O programa também aborda as novas regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para passageiros que causarem tumultos, agredirem tripulantes ou desrespeitarem instruções de segurança em voos domésticos. A norma prevê multas de até R$ 17,5 mil e suspensão do direito de embarcar por até um ano. Também está previsto um cadastro nacional compartilhado entre as companhias aéreas, com o objetivo de impedir que passageiros punidos simplesmente comprem uma nova passagem em outra empresa.

    Outro assunto discutido no podcast é uma medida voltada para mulheres vítimas de violência doméstica. O Governo Federal assinou um parecer que garante o afastamento remunerado do trabalho por até seis meses para mulheres que tenham uma determinação judicial para deixar o emprego como forma de proteção.

    Com a medida protetiva concedida pela Justiça, a mulher poderá ter acesso ao afastamento sem a necessidade de uma nova perícia ou de uma análise do caso pelo INSS.

    Pela regra, o empregador será responsável pelo pagamento dos primeiros 15 dias de afastamento. Depois desse período, o INSS assume o pagamento. Para mulheres que não são seguradas da Previdência Social, também está previsto um benefício de caráter assistencial.

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    23 minutos
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