• Live 3: Ghostwriters de Deus
    Sep 13 2026

    Terceira Live da Série: Ghostwriters de Deus- Cristãos Escravizados e a formação da Bíblia, livro escrito por Candida Moss, numa pesquisa histórica sobre as mãos invisíveis que compuseram os textos que hoje lemos ao acessar o conjunto de escritos que compõem o Novo Testamento. Uma pesquisa historiográfica de primeira qualidade, numa tradução acessível do ainda inédito livro em português, tradução e explanação feitas por Wellington Barbosa. Cobrimos os capítulos 5 e 6 do livroPara acessar os capítulos entre em: www.linktr.ee/calangosagrado

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    2 horas e 27 minutos
  • Live 2 Série Ghostwriters de Deus
    Aug 29 2026

    Segunda Live da Série: Ghostwriters de Deus- Cristãos Escravizados e a formação da Bíblia, livro escrito por Candida Moss, numa pesquisa histórica sobre as mãos invisíveis que compuseram os textos que hoje lemos ao acessar o conjunto de escritos que compõem o Novo Testamento. Uma pesquisa historiográfica de primeira qualidade, numa tradução acessível do ainda inédito livro em português, tradução e explanação feitas por Wellington Barbosa. Essa live cobre os capítulos 3 e 4 do livro Ghostwriters de Deus.

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    2 horas e 42 minutos
  • Live 1: Ghostwriters de Deus
    Aug 16 2026

    Série de lives sobre o livro (ainda inédito em português) God´s Ghostwriters - Enslaved Christians and the Making of the Bible (Ghostwriters de Deus - Cristãos Escravizados e a Formação da Bíblia) da Professora Candida Moss. O livro é uma pesquisa historiográfica baseada no mundo do primeiro século da Era Comum, na arqueologia, na linguística de corpus e no contexto histórico-cultural em como era a vida dos primeiros cristãos e como a literatura cristã foi composta, difundida e carregada por mãos de trabalhadores invisíveis. Linhas e parágrafos do Novo Testamento carregam sangue, suor e lágrimas de homens e mulheres escravizados do império romano.Esses ajudantes receberam várias nomenclaturas: secretários, discípulos, servo, "escravo", apóstolo, mensageiro entre outros. Suas pistas estão no corpo dos textos que hoje chamamos de Novo Testamento. A tradução e explanação em português é feita por Wellington Barbosa do Calango Sagrado. Acesse aos capítulos traduzidos no linktree.com/calangosagrado

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    3 horas e 8 minutos
  • Live 4 - A Maria Esquecida
    Jun 7 2026

    Na quarta live da Série do livro A Maria Esquecida - The Lost May de James Tabor. Cobriremos os capítulos 7 e 8 e trataremos do pedigree de Maria, sua ascendência real e sacerdotal e o que implicava carregar essa linhagem em suas veias e na sua biografia. Também falaremos sobre a estadia de Maria na capital da Judeia, Jerusalém, juntamente com sua família e o seu segundo filho que assume a liderança do movimento de Jesus. Por fim começaremos a cobrir seu apagamento sistemático pelos primeiros autores dos textos cristãos. Um processo que começou enquanto ela ainda estava viva e se intensificou após sua morte.

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    3 horas e 2 minutos
  • Live 3 The Lost Mary - A Maria Esquecida
    May 24 2026

    3ª live da série com a tradução e explanação do livro The Lost Mary - A Maria Esquecida de James Tabor. Na live repassamos as teses dos primeiros quatro capítulos e cobrimos os capítulos 5 e 6.

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    3 horas e 16 minutos
  • Áudio da aula aberta: E serão como as estrelas
    Oct 12 2025


    Deuses, astros, poder político-econômico e o imaginário no período greco-romano e sua influência na literatura do Novo Testamento.


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    2 horas e 22 minutos
  • Terrorismo Evangélico: a literatura de guerra espiritual e formação do pensamento religioso brasileiro
    Sep 9 2024

    Uma conversa honesta, com toques biográficos e análise historiográfica da formação do pensamento evangélico brasileiro herança do trabalho missionário evangélico estrangeiro, sobretudo dos Estados Unidos e suas teorias que por quase dois séculos semeiam o imaginário religioso em solo brasileiro e ao redor do mundo.

    Falamos como a tradução da Bíblia, movimentos políticos e missionários se encontram num fio condutor que envolve colonialismo, capitalismo e extrema-direita e a linguagem nas redes.

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    3 horas e 4 minutos
  • Hillazon-Tekhelet: Azul da cor do mar
    Jun 7 2023


     

    Entre essas culturas do Mediterrâneo e do Levante houve um momento em que era difícil a separação das cores púrpura e o tekhelet. Sendo que a primeira cor ficou com o uso restrito a quem pudesse pagar e durante os vários impérios da antiguidade, apenas a alta nobreza e posteriormente o uso fica exclusivo à realeza e ao palácio.

     

    Na cultura dos hebreus essa cor sofreria algum tipo de especificidade para diferenciar-se dos demais tons de lilás dos cananeus da famosa cidade de Tiro que aprenderam dos outros povos do Mediterrâneo a extração de um pigmento de um caracol, o conhecido Murex Trunculus que estava presente por toda a costa mediterrânea. Deste caramujo era extraída a cor púrpura que logo ficou restrita e relacionada à realeza e à nobreza.

     

    O processo de separação cultural, linguística, dietética e de elementos políticos dos povos cananeus e dos antigos hebreus envolveu um período de rejeição da cultura original do Levante, adaptação e apropriação com fatores diferenciados da cultura de origem. Nesse processo de apropriação houve a criação de histórias e mitologias que justificassem essa separação e distinção dos hebreus de seus vizinhos. Esse processo também envolveu historiografia e historiosofia que pudesse explicar tal distinção. Essa diferença não podia meramente acontecer por razões humanas, era preciso haver algo divino, fora do comum para que as gerações futuras não se aproximassem dos cananeus.

     

    No períodopós-exílio quando o texto do Pentateuco foi compilado e organizado, uma das ordenanças da classe sacerdotal, os prováveis redatores da Torá. Os textos da Torá, marcam especificamente várias dessas diferenças dos hebreus com os outros povos cananeus, e relatam o possível porquê, como ordem divina para estas distinções. Voltando ao tema de nobreza e elite que nesse tempo eram compostos necessariamente pela classe sacerdotal e uma elite que coordenava e financiava a redação dos texto era que os sacerdotes usassem um tecido com uma que representasse o azul messiânico.

     

    Criaram-se várias histórias sobre a origem desse azul messiânico, como a cor preferida do rei Davi, além de ser também a cor do trono do “Din” (julgamento) e simboliza o Shamayim (céus) pois, seria dessa mesma cor o trono de Javé. Os diversos tons de azul, mudam de acordo com cada escola de pensamento judaico. Em suma, esse azul messiânico e exclusivo dos hebreus, o tekhelet estava associado à realeza e à classe sacerdotal, que no pós-exílio também ocupou a função real/política nesse “novo Israel.” Até que chegassem os romanos, e instituíssem que esse azul, agora conhecido como púrpura seria exclusividade da nobreza romana. Os judeus, agora colonizados, não condiziam com o status de exclusividade para usar a tal cor. Por volta do século 5 E.C. Apenas o imperador podia usar a cor púrpura, no que ficou conhecido como a lei suntuária, o Sumptuariae leges.

     

    Textos extra bíblicos como a mishnah, o talmude e reflexões de Maimônides trataram de explicar alguns dos mandamentos da Torá que apresentam esse azul messiânico. Bem como a sua origem, o mítico  animal Hillazon. Como um segredo que perde pela história o Hillazon desapareceu e com ele a esperança do cumprimento do estabelecimento do reino sacerdotal com o azul messiânico e o trono de Javé.

     

    No final do século 19 um rabino polonês seguiu em sua busca pelo Hillazon e pelo azul messiânico. Esse rabino chegou a dizer que sem que houvesse as roupas sacerdotais com o azul messiânico, tekhelet, o Messias não podia chegar. E ele como Elias, em sua busca estava preparando o caminho para a construção do terceiro templo e o estabelecimento do reino sacerdotal comandado pelo Messias e seu trono azul, tekhelet.

     

    Mas o que era o Hillazon? Como todo o segredo antigo a ser decifrado, a busca pelo animal que supostamente traria o Messias, teve suas controvérsias e milhares de páginas escritas, em livros, dissertações e incansáveis debates entre vários segmentos judaicos.


     

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    20 minutos